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Governo americano declara 2017 como o “Ano da Bíblia”, em Kentucky

Esta foi a mesma ordem que o governador do estado americano, Matt Bevin, deu para 2016.

O governador de Kentucky, Matt Bevin, declarou que 2017 será mais uma vez o “Ano da Bíblia”. Esta foi a mesma ordem que ele deu para 2016. Ele declarou na última segunda-feira (26) que o próximo ano deveria ser outro “Ano da Bíblia”, citando presidentes dos Estados Unidos anteriores para justificar sua proclamação.

“Depois que o presidente Abraham Lincoln foi apresentado a uma Bíblia no dia 7 de setembro de 1864, pelo Loyal Colored People de Baltimore, ele respondeu: ‘A Bíblia é o melhor presente que Deus já deu ao homem’”, diz a proclamação em parte.

“Já em 1983, ano da Proclamação da Bíblia, o Presidente Ronald Reagan declarou: ‘Das muitas influências que moldaram os Estados Unidos como nação e povo distinto, nada pode ser mais fundamental e duradouro do que a Bíblia’”, ressaltou.

Bevin também lembrou que haverá uma “Maratona de Leitura da Bíblia”, programada para acontecer em todo o estado, começando no dia primeiro e terminando no dia 4 de janeiro. A maratona envolverá grupos lendo a Bíblia ao longo dos primeiros dias do ano. Em janeiro, a primeira maratona anual contou com aproximadamente 30 mil voluntários.

O pastor Mark Harrell da igreja Victory Christian Fellowship em Somerset e fundador do Kentucky Prayer Focus, grupo que está por trás da Maratona de Leitura da Bíblia, disse ao site The Christian Post em uma entrevista anterior que foi o próprio Bevin que o encorajou a fazer a maratona novamente em 2017.

“Inicialmente, eu não ia tentar fazer de novo em 2017, mas o nosso governador e sua família participaram e ele desejou que houvesse de novo”, explicou Harrell. “Eu só comecei a trabalhar nisso no final de outubro para o próximo ano, tendo apenas um terço do prazo para realizar isso. Já temos cerca de 70 municípios participantes”, disse.

Críticas

Republicano conservador, Bevin foi eleito no ano passado após ter dirigido uma campanha centrada em questões sociais. O governador foi criticado por alguns grupos progressistas por causa de suas ações como regulador.

O grupo chamado “Americanos Unidos para a separação da Igreja e do Estado” está constantemente batendo de frente com o governador. “Esse Bevin, que falou na Cúpula de Votos de Valores do Conselho de Pesquisa da Família [em setembro], deu um mau conselho. Essa não é uma grande surpresa para nós”, argumentou um dos membros do grupo.

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