Devocional Diário – Bolhas de sabão

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Leitura Bíblica: Provérbios 16.1-3

Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isso ou aquilo (Tg 4.15b).

Soprar bolhas de sabão é uma brincadeira muito apreciada pelas crianças (e por muitos adultos também). Ficamos maravilhados com a leveza com que elas flutuam e com as belas cores que se alternam na superfície brilhante. Seu formato é tão perfeito e liso! Pena que não duram: poucos segundos são suficientes para a água evaporar e “pluft” … lá se foi a bolha!
O ser humano faz planos o tempo todo. Não nada de errado nisso, e o próprio Jesus usa essas características para deixar claro que seguir a ele não deve ser algo impulsivo, mas muito bem pensado (veja Lucas 14.25-33). Por outro lado, o texto da leitura de hoje enfatiza que Deus é quem sabe se os planos são bons e se têm chance de sucesso. Ele conhece qual é a nossa verdadeira intenção. Mesmo quando enganamos a nós mesmo, pensando que nossos objetivos são puros e desinteressados, Deus vê, bem lá no fundo do nosso coração, aquilo que realmente buscamos.
A verdade é que, por melhor que seja nosso planejamento e por mais bonitos que sejam nossos sonhos, nós não fazemos a mínima idéia do que vamos enfrentar amanhã. Não temos controle nenhum sobre o futuro. Nossos lindos projetos podem estourar de um momento para outro, como uma bolha de sabão. Nessa hora, o que nos resta?
É por isso que o texto bíblico nos recomenda consagrar tudo o que fazemos ao Senhor. Isso significa planejar e executar com o objetivo de honrar a Deus, de demonstrar nossa confiança e submissão a ele. Tal atitude vai na contramão da nossa natureza, que quer decidir tudo por conta própria e controlar todos os detalhes.
Entender que nossos planos são como bolhas de sabão nos liberta da ansiedade. Afinal, não temos como determinar quanto tempo uma bolha vai durar nem para onde voará. Se o Senhor quiser, nossos planos durarão e trarão muita alegria a
Nós e as outras pessoas.
Entregar todos os planos a Deus permite que ele demonstre quais vale a pena executar.
Texto escrito por: Doris Körber, São Paulo/SP

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